domingo, 28 de agosto de 2011

Apresentação do plano operativo para desenvolvimento socioeconómico foi destaque


Luanda - A apresentação esta semana, do plano operativo de desenvolvimento socioeconómico da região do Kuando Kubango, para o biénio 2011/2012, constituiu destaque da semana que termina.
 Apresentado pela ministra do planeamento, Ana Dias Lourenço, a governante disse na ocasião que foram identificadas na região necessidades de acções sectoriais complementares nas áreas da agricultura, apicultura, pesca continental, silvicultura e educação.
 Referiu que a realização dessas acções nos sectores produtivos e da educação, no período 2011/2012, vai contribuir para a melhoria das condições de vida dos habitantes da região.
 Durante a semana foi realizado no Wako Kungo, província do Kuanza Sul, um seminário sobre Inventário Florestal Nacional para diagnosticar o potencial do país e elaborar um plano racional para a sua exploração em Angola.
 O coordenador do Projecto do Inventário Florestal Nacional, Mateus Simão André, afirmou que o país possui enormes recursos florestais que podem contribuir bastante para o crescimento económico, mas, falta a inventariação dos mesmos.
 Por outro lado, o presidente da Associação dos Industriais de Angola, AIA, José Severino, afirmou que a agricultura necessita pelo menos um bilião de dólares norte-americanos por ano, para crescer num ritmo acelerado.
 José Severino sublinhou que o montante serviria para ser distribuído por zonas como norte, centro e sul, para que haja desenvolvimento e crescimento no sector e o país seja competitivo.  
 O economista considerou os cerca de 380 milhões de dólares que estão a ser investidos pelo BDA no sector agrícolas insuficientes.
 O Banco de Desenvolvimento Angola, continuou, deve criar instalações que respondem por cada região do país, com vista a criar mais incentivos, aumentar a produção nacional e reduzir as importações.
 Sugeriu que o BDA deve igualmente criar uma delegação ou instalações nas província do Uíge, para servir os agricultores da região norte, outra no centro (Kwanza Sul), para atender Malanje, Bié e Huambo e no sul (Lubango) para potenciar recursos na respectiva região.
 Ainda esta semana foi noticiado que Angola assumiu a presidência do Comité de Gestão do Grupo de Líderes Empresariais.
 O empresário angolano Leonel da Rocha Pinto vai presidir o Comité de Gestão do Lide, grupo de líderes empresariais angolanos, cuja apresentação oficial está prevista para Dezembro próximo.
 Leonel Pinto foi eleito depois de um convite da Lide internacional que escolheu Angola para ser o primeiro país do continente africano a receber a organização, refere uma nota de imprensa da organização.
 Foi igualmente noticiado, que a empresa portuguesa Sonae pretende desenvolver em Angola um clube de produtores para a promoção e garantia de escoamento de produtos agrícolas, visando o desenvolvimento da actividade e a melhoria do abastecimento e logística no país.
 A pretensão da empresa inspira-se numa iniciativa implementada em Portugal e o principal objectivo é promover os produtos nacionais de acordo com elevados padrões de qualidade e segurança, apoiando os seus associados de forma estruturada.
 

Fonte:ANGOP

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