segunda-feira, 5 de novembro de 2012

África Austral regista progressos de promoção e desenvolvimento da mulher


Luanda - A região da África Austral tem registado progressos notáveis no que diz respeito à promoção e desenvolvimento da mulher, afirmou sexta-feira(02),  a secretária geral da Organização da Mulher Angolana, Luzia Inglês Van-Dúnem "Inga", na primeira reunião Executiva da Internacional Socialista de Mulheres (ISM), realizada em Rabat, capital de Marrocos, a 2 de Novembro.
 Luzia Inglês, que participou na qualidade de vice-presidente da Internacional Socialista de Mulheres (ISM), para África Austral, justificou a sua afirmação ao citar a eleição da sul-africana Nkosana Dlamini-Zuma que acaba de assumir a presidência da Comissão da União Africana (UA).
 Atualmente no Malawi, continuou, está Joyce Banda que se tornou na segunda mulher a dirigir um país africano, depois da presidente da Libéria, Ellen Johnson.
 Luzia Inglês disse que em África as mulheres continuam a lutar para ser a vanguarda da igualdade, que hoje estão representadas no poder legislativo, executivo e judicial, e continuam a derrubar muros de intolerância, incompreensão, ignorância e outros preconceitos.
 
“As mulheres africanas continuam a desenvolver ações na sua luta pela igualdade do género e a incluir nas agendas nacionais questões ligadas à defesa dos direitos das mulheres e o combate à violência doméstica. É notório o fato de os governos africanos continuarem a prestar maior atenção às questões da igualdade do género”, frisou.
 
A líder reconhece que existem enormes desafios em África, sobretudo na visão de uma África pacífica, próspera e integrada.
 
“Precisamos de acabar com os conflitos em África e apostar no desenvolvimento do continente, tendo como prioridade o alcance da paz, segurança, estabilidade e o combate à pobreza", sublinhou.
 
 As mulheres têm o desejo de continuar a contribuir de forma dinâmica neste amplo movimento de ideias que se tornou a Internacional Socialista de Mulheres, na certeza de que os valores conducentes à consolidação dos sistemas democráticos, defesa dos direitos humanos e a criação de sociedades coesas e fortes beneficiará as gerações vindouras”.

Fonte  e texto : ANGOP

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