sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Mulheres continuam sendo discriminadas na América Latina

 Salários precários, acesso limitado à previdência social e maior propensão à pobreza e ao analfabetismo: a América Latina ainda está em dívida com as mulheres, anunciou a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) em relatório divulgado nesta segunda-feira. Os países da região lançaram iniciativas e adotaram leis para acabar com a discriminação contra as mulheres, mas a igualdade entre os sexos ainda está distante da realidade, explicou o documento da entidade da Organização de Estados Americanos (OEA).
"Em matéria de direitos econômicos sociais e culturais, a discriminação contra as mulheres continua se refletindo no mercado de trabalho; seu acesso limitado à seguridade social; as altas taxas de analfabetismo de mulheres e crianças na comparação com os homens", afirmou a CIDH. As mulheres também sofrem uma "grave situação de pobreza e exclusão social" e existe uma escassez de participação política de mulheres indígenas e afrodescentendes, afirmou o relatório, realizado com informação compilada durante três anos na região.
Em muitos países, "as mulheres têm menores possibilidades que os homens de satisfazer necessidades básicas", como alimentação, moradia, saúde e continuam "particularmente expostas" à violência e suas opções de trabalho são "limitadas", afirmou o relatório.
Nas últimas décadas, os governos da região fizeram esforços para melhorar a inserção das mulheres no mercado de trabalho, mas "a pobreza persiste e a indigência cresce", afirmou.
As crianças e adolescentes enfrentam "barreiras" para receber educação, por tradições familiares que privilegiam a educação dos meninos, esteriótipos em currículos escolares contra as mulheres e gravidez na adolescência, entre outros.
O número de mulheres com títulos de educação superior cresce, mas isso em muitas ocasiões não se traduz em melhores empregos e salários.
A CIDH pediu aos países latino-americanos desenvolver estratégias que permitam dar às mulheres acesso aos recursos, trabalho e educação, assim como elaborar estatísticas confiáveis para garantir que sejam aplicadas.
A educação pública deve receber mais recursos, e deve ter especial atenção em zonas rurais e de alta concentração de mulheres indígenas e afrodescendentes, pediu a comissão.
Recomendou, também, a difusão de campanhas para sensibilizar a população contra discriminação de patrões e para que as mulheres conheçam seus direitos e opções trabalhistas.
Para garantir que haja mudanças, a CIDH instou a garantir a representação das mulheres em "todas as esferas e em todos os níveis, incluindo os âmbitos de formação das políticas econômicas, financeiras e comerciais".


Fontes : Portal terra/ Agencia Patricia Galvão  

Um comentário:

Jama Libya disse...

A meGaLOBO RACISMO? A violência do preconceito racial no Brasil personagem (Uma negra degradada pedinte com imagem horrenda destorcida e bosalizada é a Adelaide do Programa Zorra Total, Rede Globo do ator Rodrigo Sant’Anna? Ele para a Globo e aos judeus é engraçado, mas é desgraça para nós negros afros indígenas descendentes, se nossas crianças não tivessem sendo chamadas de Adelaidinha ou filha, neta e sobrinha da ADELAIDE no pior dos sentidos, é BULLIYING infeliz e cruel criado nos laboratórios racistas do PROJAC (abrev. de Projeto Jacarepaguá, como é conhecida a Central Globo de Produção) é o centro de produção da Rede Globo que é dominado pelos judeus Arnaldo Jabor, Luciano Huck,Tiago Leifert, Pedro Bial, William Waack, William Bonner, Mônica Waldvogel, Sandra Annenberg Wolf Maya, Daniel Filho e o poderoso Ali Kamel diretor chefe responsável e autor do livro Best seller o manual segregador (A Bíblia do racismo,que ironicamente tem por titulo NÃO SOMOS RACISTA baseado e num monte de inverdades e teses racistas contra os negros afro-decendentes brasileiros) E por Maurício Sherman Nisenbaum(que Grande Otelo, Jamelão e Luis Carlos da Vila chamavam o de racista porque este e o Judeu racista Adolfo Block dono Manchete discriminavam os negros)responsável dirige o humorístico Zorra Total Foi o responsável pela criação do programa e dos programas infantis apresentados por Xuxa e Angélica, apresentadoras descobertas e lançadas por ele no seu pré-conceitos de padrão de beleza e qualidade da Manchete TV dominada por judeus,este BULLIYING NEGLIGENTE PERVERSO que nem ADOLF HITLER fez aos judeus mas os judeusionistas da TV GLOBO faz para a população negra afro-descendente brasileira isto ocorre em todo lugar do Brasil para nós não tem graça, esta desgraça de Humor,que humilha crianças é desumano para qualquer sexo, cor, raça, religião, nacionalidade etc.o pior de tudo esta degradação racista constrangedora cruel é patrocinada e apoiada por o Sr Ali KAMEL (marido da judia Patrícia Kogut jornalista do GLOBO que liderou dezenas de judeus artistas intelectuais e empresários dos 113 nomes(Contra as contra raciais) com o Senador DemóstenesTorres que foi cassado por corrupção) TV Globo esta mesma que fez anuncio constante do programa (27ª C.E. arrecada mais de R$ 10,milhões reais de CENTARROS para esmola da farsa e iludir enganando escondendo a divida ao BNDES de mais de 3 bilhões dollares dinheiro publico do Brasil ) que tem com o título ‘A Esperança é o que nos Move’, o show do “Criança Esperança” de 2012 celebrará a formação da identidade brasileira a partir da mistura de diferentes etnias) e comete o Genocídio racista imoral contra a maior parte do povo brasileiro é lamentável que os judeus se divirtam com humor e debochem do verdadeiro holocausto afro-indigena brasileiro é lamentavel que o Judeu Sergio Groisman em seu Programa Altas Horas e assim no Programa Encontro com a judia Fátima Bernardes riem e se divertem. (A atriz judia Samantha Schmütz em papel de criança no apoteótico deste estereótipo desleal e cruel se amedronta diante aquela mulher extremem ente feia) para nós negros afros brasileiros a Rede GLOBO promove incentivo preconceito raciais que humilha e choca o povo brasileiro.Taryk Al Jamahiriya. Afro-indigena brasileira da Organização Negra Nacional Quilombo - ONNQ 20/11/1970 – REQBRA Revolução Quilombolivariana do Brasil quilombonnq@bol.com.br