quarta-feira, 1 de agosto de 2018

MULHER AFRICANA -"LUTA E RESISTÊNCIA"

EMBAIXATRIZ ANGOLANA
NA RÚSSIA, TERESA DE LEMOS

Luanda – São vários os  desafios  para a mulher africana  angolana, um deles passa pela luta constante em tentar ter o nível de escolaridade médio ou superior, afirmou hoje, segunda-feira, a embaixatriz de Angola na Federação da Russa, Teresa de Lemos

Ao falar à Angop a margem da cerimônia de homenagem às Mulheres Quitandeiras, no âmbito das comemorações do dia da Mulher Africana, 31 Julho, a embaixatriz Teresa de Lemos reiterou que as pessoas de, uma forma geral, devem ter formação acadêmica

A mulher pode alcançar e deve os seus sonhos, sendo:-  empresária, política, médica, advogada, empreendedora, professora, entre outros.

As mulheres devem preparar-se para ser possível corresponder os desafios da sociedade enfrentando todas as vertentes a que estamos inseridas.

“As mulheres angolanas e africanas já estão emancipadas, mas não se pode dizer que sim, porque há ainda alguns entraves. Só se poderá atingir os 80%, se derem essa oportunidade para enfrentar tais desafios de igual para igual”, precisou.

A Embaixatriz acrescentou que pode se observar alguma emancipação, mas não tão abrangente como se precisa no contexto atual.

Teresa de Lemos afirmou que pretende-se atingir a representatividade no seio político, governamental, parlamento, diplomacia e em todas áreas .

“Não vejo ter sonhos de alcançar 80 porcento da mulher africana ou angolana no seu Executivo, político ou outra área, embora já se note em alguns países, mas em outros ainda não”, enfatizou. Por seu turno, reconheceu que a nível do continente africano, a mulher tem estado a evoluir bastante, sendo que a representatividade é grande.

Reiterou, por outro lado, o apelo no sentido de as mulheres africanas estarem mais unidas em torno das necessidades e dos desafios da sociedade. 

 Fonte,  e entrevista: ANGOP
Foto Alberto Juliao

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