quinta-feira, 28 de junho de 2012

Brasil quer oferecer auxílio para processo eleitoral angolano


Luanda – A embaixadora da República Federativa do Brasil em Angola, Ana Cabral, afirmou nesta quarta-feira, em Luanda, que o seu país está disponível para oferecer auxílio ao processo eleitoral angolano em curso, tendo em conta os laços consolidados de amizade e cooperação entre os dois estados.
Embaixadora da República Federativa do Brasil em Angola, Ana CabralEm breves declarações à Angop, à margem de um encontro informativo com o corpo diplomático acreditado em Angola, promovido pela Comissão Nacional Eleitoral (CNE), frisou que o seu país pode ajudar Angola nas várias vertentes das matérias relativas ao contencioso eleitoral.
Segundo disse, após o referido encontro, terá a incumbência de informar ao seu governo sobre todos os esclarecimentos obtidos relativamente ao funcionamento e competência da instituição encarregue de preparar o terceiro pleito na história do país, convocado para 31 de Agosto próximo, por forma a traçar estratégias de como ajudar Angola.
“Oferecemos desde já o nosso contributo para o processo eleitoral angolano. Várias autoridades angolanas que já visitaram o Brasil, conhecem o funcionamento do Tribunal Superior Eleitoral, bem como outros sectores”, disse.
Por outro lado, deu a conhecer que no seu país cerca de 100 milhões de eleitores participam nas eleições gerais e, as urnas electrónicas usadas para o processo, têm facilitado muito para a compilação dos votos, tendo em conta o sistema em vigor, ser desenvolvido e prático.
Relativamente às eleições em Angola, augurou a participação massiva dos cidadãos para a escolha livre dos representantes que vão dirigir os destinos do país, preservando a paz e a democracia.
“A realização das terceiras eleições em Angola são mais um passo importante para a consolidação da democracia, com base nisso, acho que o povo angolano vai estar muito envolvido. Desejo muita sorte ao nosso povo irmão angolano”, disse a diplomata.
O encontro informativo com o corpo diplomático visou criar uma percepção mais profunda e clara das tarefas a realizar antes, durante e depois do acto eleitoral, bem como estimular o espírito de diálogo e intercâmbio sobre o papel da CNE, com base na Legislação Eleitoral. 

Fonte : ANGOP

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