Há quatro anos, as estrelas da seleção brasileira feminina eram Fabiola Molina, Fernanda Alvarenga, Flávia Delaroli, Michelle Lanhardt, Tatiana Lemos Barbosa, Gabriella Silva e Joanna Maranhão. Procure por qualquer uma delas no Maria Lenk e você as encontrará, no máximo, nas arquibancadas do Parque Aquático do Ibirapuera.
Da “velha geração” sobraram Tatiane Sakemi, de 28 anos, e Carolina Mussi, de 25, além de Poliana Okimoto (30), que na verdade é uma maratonista que ajuda o clube nas piscinas. Coloque na conta Daynara de Paula e Manuella Lyrio, de 24, e você não encontrará mais nenhuma atleta de ponta vinda dos anos 80.
Na forte equipe do Sesi, que tem pelo menos seis selecionáveis, as veteranas são Daynara e Etiene Medeiros (23), duas meninas. “Eu vejo que eu peguei bastante gente e de repente elas sumiram. Foi uma transformação bastante significativa. A gente tem o exemplo da Daynara, que foi a duas Olimpíadas, e a gente tem que dar o exemplo. Soa estranho, com 23 anos dar exemplo, mas estou muito madura depois que vim para São Paulo. É um prazer ser um exemplo e eu estou aí para ajudar”, comenta Etiene, que ganhou os 100 metros costa no Maria Lenk.
Na prova, teve a concorrência da corintiana Natalia de Luccas, de 17 anos, recordista sul-americana nos 200 metros costas. “Acho que a natação feminina está precisando disso, dessa competitividade. É muito bom estar competindo em alto nível. Espero que não só na minha prova, mas em outras provas também seja assim.”
Fonte e foto: Estadão
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