sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Saúde Materna ganham destaque por Ações do UNFPA

2011 foi um ano de muito trabalho e sucesso para o UNFPA, o Fundo de População das Nações Unidas. A organização deu continuidade ao trabalho desenvolvido com parceiros para o alcance do acesso universal à saúde reprodutiva, incluindo saúde materna, o tratamento para fístula obstétrica e o planejamento familiar, além de melhorar a vida de mulheres adultas e jovens de todo o mundo.
 Ênfase especial foi dada ao importante trabalho das parteiras e parteiros, que desempenham um papel crucial para salvar vidas e melhorar a saúde materna. O UNFPA também chamou a atenção para a crescente demanda mundial por planejamento familiar e por novas oportunidades para jovens, bem como para a saúde reprodutiva em situações de emergência; outro fato destacado foi a população mundial de 7 bilhões de pessoas - e o que isso significa para cada um de nós. O Relatório sobre a Situação da População Mundial 2011 do UNFPA, que tem como tema "Pessoas e possibilidades em um mundo de 7 bilhões", discutiu, entre outras questões, a necessidade das mulheres, principalmente mulheres jovens, em ter acesso aos mais altos padrões de cuidado em saúde, para que possam exercer seus direitos e dar sua contribuição plena à sociedade.
 A organização Women Deliver, grupo que se dedica à ações de promoção e advocacy do Objetivo de Desenvolvimento do Milênio (ODM) 5, listou 10 ações que mereceram destaque na área de saúde materna em 2011. A campanha Every Women Every Child do Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, e as conferências internacionais realizadas fazem parte da lista, que prioriza também várias ações do UNFPA e iniciativas feitas em parceria:

 - O Relatório sobre a Situação da População Mundial, que aborda o tema da população de 7 bilhões, e a Campanha 7 Bilhões de Ações;  - O lançamento do primeiro Relatório obre a Situação Mundial das Parteiras  - A Conferência Internacional sobre Planejamento Familiar 2011
 - O aumento da cobertura da mídia global sobre maternidade segura e o ODM 5. 
Em 2012, o UNFPA continuará trabalhando para garantir que todas as gestações sejam desejadas, todos os partos sejam seguros e que mulheres e jovens estejam no centro dos esforços de desenvolvimento.

* Confira aqui os destaques da Women Deliver para a saúde materna em 2011:



Confira aqui a Campanha pela Efetivação dos Direitos Reprodutivos das Mulheres e Redução da Morte Materna, lançada em 2009 pelo UNFPA Brasil:

Confira aqui O Relatório sobre a Situação da População Mundial 2011 do UNFPA



Seleção de profissionais para a vaga de Oficial Nacional de Programas da ONU Mulheres


O Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas abriu, no dia 26 de janeiro, o processo seletivo para a contratação Oficial Nacional de Programas para a ONU Mulheres.

          Posto:  National Programme Officer - UNWOMEN
          Local: Brasília, Brasil
          Prazo para candidatura: 12 de fevereiro de 2012

Para maiores informações, acesse o link do processo seletivo. O anúncio também poderá ser acessado no sítio do PNUD (Recrutamento e Seleção> Brazil UNDP Jobs).

Atenção!
- As candidaturas deverão ser feitas no UNDP Jobs.
- Apenas as candidaturas enviadas dentro do prazo e realizadas por meio do preenchimento do UNDP Personal History Form (PHF)  P11 – em anexo serão analisadas.
- Os campos do formulário de candidatura devem conter informações que explicitem clara e detalhadamente todos os dados. Para aplicar-se na vaga, você deverá, após clicar em APPLY NOW, preencher os campos obrigatórios, e clicar em SUBMIT APPLICATION.  Na nova página seguinte que surgirá, você deverá anexar o seu P11 preenchido.
- Devido ao grande volume de candidaturas recebidas, apenas as/os candidatas/os pré-seleccionadas/os serão contactadas/os. Todas as candidaturas serão tratadas com sigilo.




 

A paridade política na América Latina e Caribe: percepções e opiniões dos líderes da região

Publicação da Divisão de Assuntos de Gênero da CEPAL traça panorama da participação política das mulheres na região entre 2008 e 2011.

A paridade política na América Latina e Caribe: percepções e opiniões dos líderes da regiãoNeste trabalho são analisados e comparados, a partir de uma perspectiva sociopolítica, os resultados de três rodas de consultas de opinião sobre a participação política das mulheres e a paridade, realizadas com a presença de líderes da América Latina pela Divisão de Assuntos de Gênero da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) entre 2008 e 2011, no marco dos trabalhos do Observatório de Igualdade de Gênero da América Latina e do Caribe.
Essas consultas estão orientadas a explorar as atitudes e opiniões das personalidades entrevistadas acerca das desigualdades existentes entre homens e mulheres no âmbito político nos países da região, bem como suas avaliações sobre as condições para que a paridade política de gênero avance e sobre quais são as possíveis barreiras para este processo. Buscou-se delinear algumas conclusões sobre as atitudes predominantes entre as elites dos países da região com relação à sua avaliação sobre a paridade política de gênero.
O informe está dividido em duas partes: na primeira, analisa-se a aplicação das leis de quotas e os avanços rumo à paridade na América Latina e no Caribe; e na segunda parte é apresentada a análise da base de dados empíricos coletados através das três rodadas de consultas, a partir de uma perspectiva comparativa. Por fim, incluiu-se um anexo metodológico que incorpora os questionários empregados.

A íntegra do documento, disponível apenas em espanhol, está em formato .pdf e pode ser descarregada clicando aqui




Fonte:OBIG

Concurso do Plenarinho vai premiar melhor roteiro de radionovela envolvendo a temática de gênero


  Concurso do Plenarinho vai premiar melhor roteiro de radionovela envolvendo a temática de gêneroO Plenarinho  selecionará o melhor roteiro de radionovela escrito por crianças e adolescentes com idades entre 9 e 14 anos sobre o tema “Gênero”. O objetivo é proporcionar a reflexão, entre os estudantes, sobre os estereótipos que estabelecem algumas atividades como tipicamente masculinas e outras como exclusivamente femininas.
Segundo o sítio da Agência Câmara, a reflexão sobre a questão de gênero nas escolas tem sido cada vez mais recorrente entre pedagogos e outros profissionais de Educação. Assim, diante do crescimento do fenômeno conhecido como “bullying”, é comum ver meninas que jogam bola e meninos que gostam de realizar tarefas domésticas receberem apelidos depreciativos, como forma de
crítica à adoção de comportamentos considerados masculinos e femininos, respectivamente.
O assunto é motivo de preocupação entre os especialistas da Organização das Nações Unidas (ONU). Tendo como objetivo identificar como as crianças lidam com a questão de gênero, o Comitê para a Eliminação da Discriminação contra as Mulheres está realizando uma pesquisa com estudantes e professores de todo o mundo. Para participar, basta responder a questionários disponíveis na internet.
Na Câmara dos Deputados, a equipe do Portal Plenarinho também quer estimular crianças e adolescentes brasileiros a refletir sobre o assunto. Para tanto, está promovendo um concurso que selecionará o melhor roteiro de radionovela escrito por estudante com idades entre 9 e 14 anos sobre a questão de gênero. O vencedor terá o texto adaptado para veiculação na Rádio Câmara e receberá um jogo, DVD e livro como prêmios. O texto deve ter, no máximo, três páginas (folha A4), e ser redigido em fonte 12, Arial ou Times New Roman, com espaçamento duplo.
 Os roteiros devem ser enviados até o dia 9 de março para o email plenarinho@camara.gov.br ou pelo correio para: Turma do Plenarinho – Câmara dos Deputados, Esplanada dos Ministérios, Anexo I, 15º andar, sala 1503, CEP 70.160-900 – Brasília/DF.

O resultado será divulgado no dia 20 de março.
Saiba mais sobre o concurso clicando aqui.




Fonte : Obsrevatoriobrasildaigualdadedegenero

Foto: Monica Aguiar

Ministério da Justiça pesquisa sobre mulheres na Segurança Pública

Uma pesquisa inédita começou a ser feita pelo Ministério da Justiça sobre a presença feminina nas instituições de segurança pública em todo o País. O objetivo é construir políticas de valorização profissional, saúde e qualidade de vida, segundo a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp).
O estudo, cuja idéia é traçar um perfil de mulheres que integram as polícias Civil, Militar e Científica, além de bombeiros, é feito por meio de questionário via internet até o dia 23. O formulário deve ser preenchido em um único acesso e somente por profissionais do sexo feminino.
De acordo com a Senasp, as respostas são anônimas. Portanto, os participantes não serão identificados. E os resultados do trabalho serão transformados em publicação, que será divulgado no site do Ministério da Justiça.  

HISTÓRIA – A presença de mulheres nas polícias militares brasileiras é relativamente recente. Exceção feita ao Estado de São Paulo, que instituiu ainda na década de 50 um corpo feminino de guardas civis e o incorporou em 1970 aos quadros da Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP). 
Nas demais PMs, o ingresso das mulheres ocorreu somente a partir do final dos anos 1970 e início dos 1980, segundo boletim divulgado pelo Centro de Estudos de Segurança e Cidadania, divulgado em 2004.
A ideia era cobrir, na época, certa áreas de atuação em que o policiamento masculino, essencialmente repressivo, estaria encontrando dificuldades, como o trato com crianças abandonadas ou com mulheres e adolescentes autores de infrações.
Estima-se que hoje existam aproximadamente 8,5 mil mulheres nos quadros da Polícia Militar de São Paulo. Ministério da Justiça
 
Comunicação Social  SPM

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