terça-feira, 22 de abril de 2014

Apresentador da Rede Globo faz critica racista a bailarina negra

Por Mônica Aguiar 

Já não bastava os comentários debochados, discriminatórios e  de muito mal gosto, onde esteriótipos arcaicos predominam no nobre  vocabulário do  apresentador Fausto Silva,  que também  faz questão de cobrar o uso do padrão de língua que  muito pouco ou quase nada, considera as características predominantes do povo brasileiro e   desempenha com muita "naturalidade" o preconceito linguístico, desta fez destilou seu ataque desprovido de valores de respeito ao ser humano,   reproduzindo o  RACISMO na prática, em pleno domingo de páscoa , dia que milhares comemoram a passagem ou  a ressurreição de Jesus Cristo e dia da  comemoração do povo judeu por terem sido libertados da escravidão no Egito, que durou cerca de 400 anos.

O apresentador da Globo Faustão, se referiu a bailarina  Arielle Macedo como aquela que tem "cabelo de vassoura de bruxa" após lembrar de um comentário realizada  por Arielle  em uns de seus quadros , onde a bailarina se apresentava.

Esta referencia não somente trouxe indignação ao Movimento Negro Brasileiro, como também a várias organizações de defesa dos direitos humanos. 

Todos e todas sabemos do importante papel que grandes  redes de comunicação vem tendo em reproduzir tudo que historicamente tem sido denunciado que desvaloriza o ser humano mulher negra. 
Esta prática,  nada mais é  do que o reforço de padrão de beleza eurocêntrico.
Nada mais é, que coação e a determinação da sub condição á mulher negra . O reforço à desconstrução da identidade, preconizando e inferiorizando a alto estima.
O Sr. Fausto Silva  deveria saber que tais atitudes demostram além do racismo a perpetuação das desigualdades sociais a partir dos referenciais de raça e cor .  

Fico indignada com uma postura desta, mas ao mesmo tempo, pensando onde estamos e quem somos, em pleno século 21, nos mulheres negras temos  contribuído sistematicamente com o crescimento econômico desta nossa nação. Então aqui na minha linha de raciocínio,  sem querer achar "natural" esta prática racista, pois todas devem ser denunciadas e cobradas retratações,  vou dar ao direito de ter pena deste apresentador, pois apesar do Sr. Fausto Silva tentar ser um critico não consegue acompanhar o desenvolvimento social de nossa nação e reconhecer quem a produz .

Foto: GELEDÉS

Aos 23, Etiene assume papel de veterana na natação feminina

Lembra do gol do Canigghia, que tirou o Brasil da Copa de 1990? Pois então, a natação feminina brasileira não lembra. Com raríssimas exceções, as principais atletas que participam do Troféu Maria Lenk, em São Paulo, nasceram já durante a década de 90. Sinal dos novos tempos.
Há quatro anos, as estrelas da seleção brasileira feminina eram Fabiola Molina, Fernanda Alvarenga, Flávia Delaroli, Michelle Lanhardt, Tatiana Lemos Barbosa, Gabriella Silva e Joanna Maranhão. Procure por qualquer uma delas no Maria Lenk e você as encontrará, no máximo, nas arquibancadas do Parque Aquático do Ibirapuera.

Da “velha geração” sobraram Tatiane Sakemi, de 28 anos, e Carolina Mussi, de 25, além de Poliana Okimoto (30), que na verdade é uma maratonista que ajuda o clube nas piscinas. Coloque na conta Daynara de Paula e Manuella Lyrio, de 24,  e você não encontrará mais nenhuma atleta de ponta vinda dos anos 80.
Na forte equipe do Sesi, que tem pelo menos seis selecionáveis, as veteranas são Daynara e Etiene Medeiros (23), duas meninas. “Eu vejo que eu peguei bastante gente e de repente elas sumiram. Foi uma transformação bastante significativa. A gente tem o exemplo da Daynara, que foi a duas Olimpíadas, e a gente tem que dar o exemplo. Soa estranho, com 23 anos dar exemplo, mas estou muito madura depois que vim para São Paulo. É um prazer ser um exemplo e eu estou aí para ajudar”, comenta Etiene, que ganhou os 100 metros costa no Maria Lenk.
Na prova, teve a concorrência da corintiana Natalia de Luccas, de 17 anos, recordista sul-americana nos 200 metros costas. “Acho que a natação feminina está precisando disso, dessa competitividade. É muito bom estar competindo em alto nível. Espero que não só na minha prova, mas em outras provas também seja assim.”
Etiene também foi toda elogios ao trabalho do Sesi, treinado por Fernando Vanzela, técnico da seleção, e que reúne ela, Daynara, Jessica Cavalheiro, Bruna Primati, Ana Marcela Cunha e Giovanna Diamante. “Lidar com mulher é bem delicado. Hoje no Sesi a gente vê que o Sesi dá um suporte para a gente bastante legal. É bem bacana quando a gente tem um trabalho diferenciado e o Sesi está conseguindo fazer isso.

Fonte e foto: Estadão

Xadrez: Campeã africana triunfa na Taça Internacional Cuca

Luanda - A campeã africana de juniores em xadrez Esperança Caxito conseguiu segunda-feira a sua

 primeira vitória por 1-0, na Taça Internacional Cuca de Xadrez, frente a sua compatriota Maria 

Domingos, na segunda jornada da competição disputada nas instalações do Dream Space.


A xadrezista angolana Esperança Caxito, da Escola Macovi, que arrebatou recentemente a medalha de ouro no Campeonato Africano de Juniores em femininos, disputado na Argélia, perdeu na primeira jornada para a também angolana Henriqueta Pires por 0-1. Para a mesma jornada a mestre internacional da Bélgica, Anna Zozulia, derrotou, por 1-0, a angolana, Henriqueta Pires e a grande mestres da França, Nino Maisuradze, venceu por 1-0 Delfina João (Angola). A mestre FIDE Filipa Baptista, de Portugal, derrotou Luzia Pires (Angola), por 1-0, enquanto que Aridas de Castro (Moçambique) perdeu para a mestre FIDE Epah Tembo, da Zambia, por 0-1. Para concluir, Valquiria Rocha (Angola) empatou frente a candidata a mestre Fátima Reis (Angola) e  Domingas Tavares (Angola) também travou um empate diante de Sónia Rosalino (Angola).
Eis a classificação:   
 
NOMESPONTOS
Anna Zozulia02
Epah Tembo02
Nino Maisuradze02
Filipa Baptista02
Henriqueta Paris01
Delfina João01
Aridas de Castro01
Luzia Pires01
Margarida Sussu01
10ªEsperança Caxito01
11ªFátima Reis0,5
12ªDomingas Tavares0,5
13ªValquiria Rocha0,5
14ªSónia Rosalino0,5
15ªMaria Domingos00
16ªTshepiso Lopang00
      

Entenda por que a autoestima interfere tanto na sua vida

Saiba os motivos que tornam o amor próprio 

Young Womanuma ferramenta de sobrevivência

Gostar de si mesmo, acreditar no seu potencial e confiar na sua capacidade e se respeitar são elementos básicos da definição de autoestima. Pela lista é possível ter uma pequena noção da importância dela. No entanto, seu poder é ainda maior. Acredite: a autoestima é um dos principais recursos do ser humano para viver bem. Basicamente, ela determina a maneira como as pessoas se relacionam com o mundo, encaram os desafios da rotina diária e se protegem ou se expõem em situações que exigem controle emocional.
De acordo com a psicóloga Doralice Lima, a autoestima desempenha um papel fundamental na convivência familiar, no trabalho, no grupo de amigos e em equipes. “O movimento do mundo acontece porque pessoas que acreditam nelas mesmas compartilham ideias. Esses indivíduos têm autoconfiança, um fator que pode atrair e entusiasmar a sociedade e promover mudanças”, explica.
Como desenvolver a autoestima
A boa notícia é que a autoestima pode ser desenvolvida e aperfeiçoada ao longo da vida. Naturalmente, seu grau pode ser ainda mais elevado se for estimulada desde cedo, ainda na infância. Porém, o fator não é determinante, segundo Doralice. “Para ter e manter a autoestima em alta não basta olhar só para si. A visão do que está em volta da sua realidade, ou seja, da sociedade, é muito importante. Se a visão é negativa e pessimista, certamente a impressão que você terá de si mesmo será ruim. E o ser humano tem capacidade para incorporar esta visão ao longo do tempo”, diz a profissional.

Da mesma forma que a autoestima pode ser adquirida aos poucos, a longo prazo, é importante ressaltar que ela é variável e nem sempre anda em compasso. Segundo pesquisas realizadas nos Estados Unidos, conduzidas pela Universidade de Dakota do Norte, ela se alterna em elevada e baixa, dependendo de um contexto ou situação.
Uma pessoa bem sucedida e resolvida na profissão, por exemplo, pode ter uma vida pessoal caótica por causa de insegurança .
O levamento norte-americano indica que por causa desta variação, aumentar a autoestima é um processo que precisa ser canalizado de forma coerente. Se o problema está no trabalho, o ser humano deve canalizar o aumento da autoestima para situações daquela realidade e não para a estética, por exemplo.
Melhorar a autoestima requer um mergulho profundo dentro de si mesmo. De acordo com especialistas, fazer uma avaliação do próprio comportamento e convicções, questioná-los e descartar aquilo que não traz harmonia para a vida é o primeiro passo para aumentá-la.
208925_341504569264639_1832874627_n
Segundo Doralice, a tarefa não é das mais difíceis, mas exige um trabalho contínuo para modificar e romper padrões comportamentais que, às vezes, foram usados por quase uma vida inteira. “Celebrar as conquistas, fazer exercícios , manter o foco nos aspectos positivos da vida e examinar o passado e perceber os erros e acertos são formas de aumentar a autoestima e dar mais sentido à existência”, aponta.
Livros sobre tema não faltam, relembra a psicóloga. De acordo com a profissional, até uma simples leitura nos manuais de autoajuda são positivos, pois sinaliza que o indivíduo está tentando, de alguma forma, ser mais feliz consigo mesmo.
Fonte: Mulher Negra e cia

Instituída Comissão de Gênero nas Forças Armadas

Mecanismo irá articular atuação do Ministério nos espaços institucionais que tratam das políticas para as mulheres e de gênero

Estudar e propor ações na efetivação dos direitos das mulheres e da igualdade de gênero dentro das Forças Armadas são alguns dos objetivos da Comissão de Gênero instituída pelo Ministério da Defesa. A instância tem caráter consultivo e deve acompanhar e avaliar periodicamente o cumprimento das ações definidas no Plano Nacional de Políticas para as Mulheres (PNPM). A portaria que oficializa a Comissão foi publicada na última terça-feira (15/04), no Diário Oficial da União. 

A contribuição para articular a atuação do Ministério da Defesa nos espaços institucionais que tratam das políticas para as mulheres e de gênero; a proposição de ações de sensibilização e capacitação de servidores e dirigentes deste Ministério e das três forças, no tema, são tarefas dessa instância. Comandos da Marinha, do Exército e da Aeronáutica terão representação na Comissão e também o Instituto Pandiá de Calógeras, a Escola Superior de Guerra e outras estruturas do Ministério. 

Política institucional – A Comissão de Gênero da Defesa passa a integrar o conjunto de órgãos federais que já contam com estruturas similares: ministérios do Desenvolvimento Agrário, de Minas e Energia, de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, do Trabalho e Emprego, da Saúde, do Meio Ambiente, e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Outras instituições governamentais que possuem mecanismos de gênero são a Fundação Nacional do Índio, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. 

A prioridade da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, que coordena o PNPM, é que cada órgão governamental tenha em sua estrutura um mecanismo de gênero.

A criação de mecanismos de gênero em órgãos governamentais está prevista no PNPM 2013-2015. São espaços de articulação para a elaboração de políticas voltadas à igualdade de gênero nas ações de cada órgão governamental. Devem ser ambientes para inserção da perspectiva de gênero nas entidades para que os mesmos possam incorporar tal perspectiva na formulação e na implementação de suas políticas e ações.

MAIS LIDAS