segunda-feira, 25 de abril de 2011

Um terço dos que vivem em extrema pobreza no mundo são indígenas

Um terço das 900 milhões de pessoas que vivem em extrema pobreza no mundo são indígenas, diz um estudo da Organização das Nações Unidas (ONU) publicado nesta quinta-feira (21). O relatório A Situação dos Povos Indígenas do Mundo foi divulgado pelo Secretariado do Fórum Permanente sobre Questões Indígenas das Nações Unidas.

De acordo com os resultados da pesquisa, a falta de acesso à saúde e educação faz com que a expectativa de vida da população indígena chega a ser 20 anos inferior à média nacional em alguns países, como Nepal e Austrália. Uma das mais graves ameaças a esses povos é o desrespeito por suas terras. O estudo ainda estima que em 100 anos, 90% de todos os idiomas indígenas devem desaparecer junto com suas tribos.

Fonte: Bahia Notícias/correionagô

Começa a campanha de vacinação contra a gripe



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Além dos idosos e comunidades indígenas, a vacina contra a gripe vai proteger gestantes, crianças entre 6 meses e dois anos e trabalhadores de saúde. A presidenta Dilma Rousseff no café com a presidenta,  destacou a importância do Programa Nacional de Imunização, que é referência internacional. Com as campanhas de vacinação, o Brasil erradicou a poliomielite e reduziu mortes e internações de crianças causadas pelo rotavírus.






Fonte : Noticiasdapresidência

Discriminação via internet configura crime de racismo

por Assessoria de Imprensa do TJ-PR.
Incitar a prática de discriminação racial e etnológica conscientemente na internet não deve ser tipificado como injúria preconceituosa, mas sim como racismo. O entendimento é da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Paraná, que manteve a condenação contra R.M.R., que se autodenominava “Satan”, e A.N.M., que adotava a alcunha de “chefia”, pela prática de racismo via internet.
De acordo com os autos, ambos criaram uma página na Internet, denominada “amonia88”, para estimular a discriminação e o preconceito em relação a judeus e à raça negra. A página era alimentada com artigos, fotos e chats de conteúdo racista. O Ministério Público do estado denunciou R.M.R. e A.N.M. pela prática de racismo por intermédio dos meios de comunicação, previsto no artigo 20, parágrafo 2º, da Lei 7.716/89.
A 8ª Vara Criminal de Curitiba condenou os réus a dois anos de reclusão, substituída posteriormente por pena restritiva de direito. No entanto, eles recorreram ao TJ. R.M.R. sustentou que sua conduta não está prevista na legislação como crime, e que, caso tenha cometido algum crime, foi o de injúria preconceituosa. Neste caso, segundo ele, o crime já estaria prescrito, razão pela qual pediu a sua absolvição. A.M.N. alegou ausência de provas contundentes, bem como erro de proibição escusável, previsto no artigo 21 do Código Penal.
Para o relator da apelação, desembargador Luiz Osório Moraes Panza, os acusados incitaram a prática de discriminação racial e etnológica de forma livre e consciente por meio da internet, que se caracteriza como um meio de comunicação ilimitado, alcançando um número irrestrito de pessoas. "A conduta dos apelantes colide com preceitos fundamentais elencados na Constituição Federal, uma vez que atinge a coletividade e constitui crime tipificado em lei."
Sobre o pedido de desclassificação para o crime de injúria preconceituosa, a tese não pode prevalecer, segundo o relator, porque, "ao veicular mensagens de conteúdo discriminatório, este atingiu não somente um indivíduo, mas a coletividade, ou seja, um grupo indeterminado de pessoas". Sendo assim, não há que falar em prescrição do crime imputado na denúncia. Com informações da
Fonte: Raízes da África

Vagas AMBEV

As inscrições para o Programa de Trainee Industrial da Ambev seguem até o dia 1º de maio.
 O salário inicial é de R$ 4 mil mais benefícios. Estudantes de todo o país, formados desde o segundo semestre de 2009 ou que irão se formar em julho deste ano nos cursos de Engenharia, Química, Farmácia, Agronomia e Biologia podem se inscrever pela internet, por meio do endereço eletrônico http://www.traineeambev.com.br/
 
 
Fonte: Grupodiscriminação - Deise Benedito  

Rumo dos africanos após período da escravatura será tema da palestra

dirigida aos estudantes do Instituto Superior de Ciências de Educação na Huíla foi  proferida sexta-feira por historiadores angolanos.   
 Para efeito um grupo de historiadores adstritos a ministério da cultura deslocou-se para aquela província.
 Em breves declarações à Angop, momentos antes da partida, o historiador José Oliveira chefe da delegação disse que a palestra tem como objectivo explicar aos estudantes as rotas utilizadas na escravatura tendo em conta que muitos angolanos não sabem as suas verdadeiras origens.
 “No após o período da escravatura muitos dos nossos parentes foram levados fora de África, então vamos procurar esclarecer como que isso acontecia segundo a história”, disse.  
 De acordo com o mesmo vão abordar para além deste tema da palestra outros assuntos relacionados com a história africana, porque de acordo com o mesmo o estudante do curso de história tem de estar o mais informado possível sobre o nosso passado.   

Fonte : ANGOP

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