terça-feira, 4 de março de 2014

Inscrições abertas para o Prêmio Equatorial 2014

Projetos de desenvolvimento sustentável de comunidades rurais e indígenas 
podem se inscrever até o dia 22 de março.

Estão abertas as inscrições para a sétima edição do Prêmio Equatorial. A iniciativa do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) reconhece projetos de soluções para o desenvolvimento sustentável, voltados para a melhoria da qualidade de vida das pessoas e para a preservação ambiental em comunidades rurais e indígenas. Podem participar da premiação projetos depaíses que recebem o apoio do PNUD, excluindo os que possuem um alto nível de desenvolvimento. 
As 25 iniciativas vencedoras, selecionadas por um Comitê Técnico do PNUD, recebem US$ 5.000 como premiação e seus representantes participam, em setembro, de um encontro durante a Assembleia Geral da ONU e a Cúpula do Clima, em Nova York. Nessa ocasião, sete projetos receberão um reconhecimento especial e mais US$ 15.000. 
Esses projetos serão selecionados por um júri composto por pessoas ilustres, que irão escolher as melhores iniciativas em sete diferentes áreas: segurança alimentar e pequenos agricultores, gestão de florestas, gestão sustentável do solo, restauração de ecossistemas, energia sustentável, redução de riscos de desastres e segurança da água. 

 “No Brasil, temos um histórico importante de participação dos projetos locais desde a primeira edição e, inclusive, um projeto apoiado pelo PNUD Brasil ficou entre os ganhadores da última premiação: a Articulação Pacari de Plantas Medicinais do Cerrado. Acredito que temos no país projetos com grandes chances de vencer esta sétima edição também”, diz Carlos Castro, coordenador da área de Desenvolvimento Sustentável e Inclusão Produtiva do PNUD Brasil. 

Brasil

Desde a criação do prêmio em 2002, o Brasil teve ao menos um ganhador em cada uma das seis edições. Ao todo foram 11 projetos brasileiros premiados. “O Brasil é o país que tem mais projetos ganhadores, sempre apresentando as soluções mais inovadoras”, reforça Joseph Corcoran, oficial de programa da Iniciativa Equatorial do PNUD, em Nova York. 
Na última premiação, que aconteceu durante a Rio+20, uma iniciativa brasileira esteve entre os vencedores, recebendo, inclusive, reconhecimento especial. A Articulação Pacari de Plantas Medicinais é formada por 47 grupos comunitários – comunidades quilombolas, grupos de mulheres e assentados da reforma agrária, entre outros – que trabalham com plantas medicinais do Cerrado nos estados de Minas Gerais, Tocantins, Maranhão e Goiás.
Dois projetos desenvolvidos pela rede são destaque: a produção de óleos vegetais de plantas do Cerrado para a elaboração de cosméticos e o livro Farmacopeia Popular do Cerrado, produzido com suporte do Programa de Pequenos Projetos Ecossociais, que conta com apoio do PNUD, e financiamento do GEF (Fundo Mundial para o Meio Ambiente, na tradução da sigla em inglês).



Sobre o Prêmio

O Prêmio Equatorial teve a sua primeira edição em 2002 e desde então é oferecido a cada dois anos para reconhecer e incentivar soluções locais de desenvolvimento sustentável. O Prêmio Equatorial tem o objetivo de dar visibilidade e chamar a atenção internacional para os esforços de comunidades rurais e grupos indígenas locais que possuem projetos de desenvolvimento e preservação do meio ambiente em regiões remotas e geralmente distantes dos principais eixos de desenvolvimento dos países. 
“Comunidades em todo o planeta estão criando soluções inspiradoras e de grande impacto para o meio ambiente, o clima e os desafios da pobreza, e nós queremos que esses esforços sejam conhecidos por todos,” disse a administradora do PNUD, Helen Clark.


Fonte: http://www.pnud.org.br/Noticia.aspx?id=3803

Presidenta Dilma afirma :- Mulheres já ocupam metade dos empregos formais.


A presidenta Dilma Rousseff homenageou nesta segunda-feira (3) as mulheres pelo Dia Internacional da Mulher, celebrado no próximo dia 8 de março, e ressaltou o avanço feminino no mercado de trabalho. No programa semanal Café com a Presidenta, Dilma disse que metade das vagas de emprego criadas nos últimos três anos foram ocupadas por mulheres.
“Foram 2,4 milhões de mulheres que tiveram suas carteiras assinadas. E isso é fantástico, mostra a força das mulheres brasileiras, que não deixam escapar uma oportunidade de trabalhar e melhorar de vida”, disse a presidenta.
Dilma lembra ainda que as mulheres também foram beneficiadas no acesso à terra, com 72% das propriedades da reforma agrária registradas no nome da mulher. “Se a gente considerar as mulheres chefes de família, a participação delas na posse das terras passou de 13% em 2003 para 23% em 2013. São mais mulheres ajudando a produzir alimentos, tomando decisões e conquistando cada vez mais autonomia.”
A presidenta ressaltou que o governo federal trabalha pelo protagonismo da mulher, que tem um papel central no cuidado com a família e com a casa. Por isso, 93% dos cartões do Programa Bolsa Família estão no nome das mulheres. No Programa Minha Casa Minha Vida, a mulher tem prioridade no registro do imóvel. Do total de 1,5 milhão de casas entregues até janeiro deste ano, 52% estão no nome delas.
Dilma explica que as mulheres também são maioria no acesso às bolsas do Programa Universidade para Todos (ProUni), que garante acesso às faculdades privadas e ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies)  e nos cursos de qualificação profissional que o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) oferece. Seis em cada dez alunos do Pronatec são mulheres. 
“Muitas dessas mulheres estão no nosso Cadastro Único e elas recebem o Bolsa Família. Por isso, juntamos o Pronatec com o Brasil sem Miséria e aí oferecemos uma porta de entrada no mercado de trabalho”, disse Dilma, explicando que de 970 mil matrículas do Pronatec Brasil sem Miséria, mais de 650 mil foram feitas por mulheres.
A presidenta ressaltou ainda que todas essas ações, que dão mais oportunidades às mulheres são fundamentais para romper com o ciclo de violência que muitas delas vivem. “Mas para combater a violência não bastam estas ações. Nós temos um programa, o Mulher, Viver sem Violência, que integra vários serviços de apoio às vítimas. Uma ação importante do programa é a construção da Casa da Mulher Brasileira, que vai funcionar como um lugar de denúncia, de acolhimento e de proteção às vítimas da violência”, explicou a presidenta
Segundo ela, será construída uma Casa da Mulher Brasileira em cada capital e cada uma terá a Delegacia da Mulher, o Ministério Público, a Justiça Especializada, a Defensoria, a assistência social, o Sistema Nacional de Empregos (Sine) e o Sistema S. A presidenta contou que haverá também o serviço itinerante, com 54 ônibus levando o atendimento jurídico e psicológico às áreas rurais do país.

Fonte: AG. Brasil

segunda-feira, 3 de março de 2014

CARNAVAL DA BAHIA TEM CENTRO DE COMBATE AO RACISMO

As denúncias poderão ser feitas presencialmente no prédio do Conselho de Desenvolvimento da Comunidade Negra (situado na Ladeira do Passo, número 42, Pelourinho), ou pelos telefones: 162 e 3117-7438.
Neste Carnaval, o folião contará com um aliado no combate ao racismo. Quem for alvo de qualquer tipo de discriminação racial poderá denunciar ao Centro de Referência de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa Nelson Mandela, que funcionará durante os seis dias da festa momesca, excepcionalmente, no Conselho de Desenvolvimento da Comunidade Negra (CDCN).
As denúncias poderão ser feitas presencialmente no prédio do CDCN (situado na Ladeira do Passo, número 42, Pelourinho), ou pelos telefones: 162 e 3117-7438.
De quinta à sábado de carnaval, o atendimento acontecerá das 18h às 22h. De domingo à terça-feira, o atendimento ocorrerá das 14h às 22h.
Além do atendimento às possíveis vítimas de racismo, será veiculada uma Campanha publicitária com o objetivo de reforçar a necessidade de que esse tipo de crime seja denunciado, com o seguinte título: “No Carnaval da Diversidade não há espaço para o racismo. Denuncie. Racismo é Crime!”
Com o objetivo de promover as ações de combate ao racismo no Carnaval 2014, a Sepromi distribuirá material de divulgação em diversos pontos de Salvador (onde há programação carnavalesca), através de promotores identificados com o slogan da Campanha.
Coordenada pela Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), a proposta se constitui numa forma de garantir a continuidade das ações desenvolvidas ao longo do ano, com vistas a combater o racismo na sociedade baiana.
Nessa perspectiva é que foi inaugurado em 17/12/2013, pelo Governo do Estado da Bahia, o Centro de Referência de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa Nelson Mandela. Se constituindo no segundo do Brasil e no primeiro, a nível estadual, do País, com a proposta de receber, atender, encaminhar e acompanhar toda e qualquer denúncia de discriminação racial e/ou intolerância religiosa. O centro é fruto de um processo de articulação entre o Governo Estadual e o Governo Federal, através da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (Seppir), em parceria com sete entidades da sociedade civil e 21 órgãos públicos, dentre esses cinco universidades e um órgão de classe.
O equipamento público conta com profissionais especializados para atendimento jurídico, psicológico e social. O Centro funciona diariamente na Av. 7 de Setembro Edf. Brasilgás, 1º andar – Centro (exceto nos dias de carnaval, que funcionará no prédio do CDCN).
O Centro também executa as ações desenvolvidas pela Rede de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa, lançada em março deste ano. Dentre os serviços prestados estão: apoio psicológico, social e jurídico; cursos de capacitação e formação; debates, palestras, fóruns e oficinas; atuação nos casos noticiados pela mídia; pesquisas e projetos visando à garantia de direitos; além do acompanhamento do cumprimento de medidas judiciais dos condenados pelos crimes de injúria e racismo.
O quê: Funcionamento no Carnaval do Centro de Combate ao Racismo Nelson Mandela
Quando: De 27 de fevereiro à 4 de março
Ligue Denúncia: 162
Telefone: 3117-7438

Fontes: Secretaria de Promoção da Igualdade Racial – Sepromi/BA
http://www.inspir.org.br/

II SEMINÁRIO LATINO-AMERICANO DE GEOGRAFIA, GÊNERO E SEXUALIDADES

Imagem de cabeçalho de páginas internas8 e 12 de OUTUBRO  2014 

A Universidade Federal de Rondônia-UNIR,  realizam o II Seminário Latino-Americano de Geografia, Gênero e sexualidade e tem como principal objetivo  ampliar o campo teórico-metodológico da geografia latino-americana a partir da abordagem de gênero, sexualidade e interseccionalidades em sua dimensão espacial. 
Neste tem como objetivo promover a discussão entre pesquisadores de diferentes países e procedências institucionais sobre a temática de gênero e sexualidades, buscando consolidar as relações de produção científica entre grupos de pesquisa nacionais e internacionais,  aprofundando  o conhecimento da produção científica que co-relaciona gênero e sexualidades com os conceitos fundantes da geografia.

Mais informações : http://www.gete.net.br/ocs/index.php/ugi/slagg/about

Inscrições : http://www.gete.net.br/ocs/index.php/ugi/slagg/about/registration



Quero Minha Vida de Volta !

Por Mônica Aguiar 


Quero minha vida de volta !
quero correr entre os trilhos;
brincar com o vento;
sonhar com as nuvens;
assobiar com os dedos.
Quero minha vida de volta !
levantar bem cedinho;
ver o sol nascer;
alimentar meus animais;
molhar minhas plantas;
colher do que plantei.
Quero minha vida de volta!
brincar com minhas filhas;
andar sem destino;
buscar o que não sei;
Jogar conversa fora;
contar prosa a noite lembrando o que eu nunca deixei .

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