quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Ato Unificado

Mapa da Violência 2012: a Cor dos Homicídios no Brasil é Apresentado Hojé em Brasíia


Foto: CEBELA, FLACSO e SEPPIR divulgam novo Mapa da Violência 2012: a Cor dos Homicídios no Brasil http://www.seppir.gov.br/noticias/ultimas_noticias/2012/11/cebela-flacso-e-seppir-divulgam-novo-mapa-da-violencia-2012-a-cor-dos-homicidios-no-brasil
O Plano de Enfrentamento à Violência contra a Juventude Negra – Juventude Viva, o Centro Brasileiro de Estados Latino-Americanos - CEBELA e a Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais - FLACSO em conjunto com a SEPPIR - Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, da Presidência da República, divulgam o Mapa da Violência 2012: A Cor dos Homicídios no Brasil, de autoria de Julio Jacobo Waiselfisz.
O estudo focaliza a incidência da questão racial na violência letal do Brasil, tomando como base os registros de mortalidade do Ministério da Saúde entre os anos de 2002 e 2010. Verifica-se nesse período uma queda de 25,5% nos números e taxas de homicídios entre brancos, enquanto os homicídios de negros aumentaram 29,8%, ampliando ainda mais a brecha existente em 2002. O estudo analisa a incidência da vitimização da pessoa negra nos Estados, municípios e capitais brasileiras, tentando identificar os focos e os determinantes dessa violência.
O estudo estrá sendo  apresentado pelo professor Julio Jacobo Waiselfisz no auditório térreo da SEPPIR, no bloco A da Esplanada dos Ministérios, em Brasília, DF, no hojé 29 de novembro, às 9h30. 

terça-feira, 27 de novembro de 2012

O "Nova África" discute sobre a moda africana



Nesta edição do Nova África, veja como o comércio informal se tornou uma saída para muitas mulheres que sobrevivem à situação herdada por combates armados e guerras civis no continente. Veja sobre as tradicionais bolsas marroquinas, os desfiles de moda em Joanesburgo, a compra de roupas no Brasil por africanos e muito mais.

Toma posse a primeira mulher almirante da Marinha Brasileira


Primeira oficial-general das Forças Armadas 

recebe promoção no Rio



 Passados 31 anos desde que foi permitida a entrada de mulheres na Marinha do Brasil, as Forças Armadas do país ganharam ontem (26) a primeira mulher oficial-general da sua história. Médica anestesista, Dalva Maria Carvalho Mendes, 56 anos, foi promovida de capitão-de-mar-e-guerra para contra-almirante médica da Marinha em cerimônia realizada no Hospital Naval Marcílio Dias, zona norte do Rio.

 A expectativa da primeira general brasileira é que sua nomeação dê às mulheres cada vez mais espaço dentro da corporação. “Eu espero ser um exemplo [para as outras mulheres da Marinha]”, disse.
A contra-almirante informou que o novo posto será na Escola Superior de Guerra, onde vai contribuir para a melhoria do conhecimento de gestão. Acima de Dalva, cujo posto representa duas estrelas do generalato, está o comandante da Marinha, Julio Soares de Moura Neto, almirante de esquadra, com quatro estrelas.
A contra-almirante, que negou ter sofrido preconceito entre os colegas homens, defendeu a capacidade das mulheres para assumir novos postos nas Forças Armadas. Atualmente, as mulheres são 33% do quadro de oficiais e 6,8% dos praças da Marinha, fazendo parte dos corpos de Engenheiros, de Saúde, de Intendentes e Auxiliar, além do Corpo Auxiliar de Praças.
“Estamos mostrando que temos capacidade e com certeza teremos o respeito de todos. Nós [mulheres] estamos mudando, é uma geração toda que está chegando aí. Tenho tido contato com outras colegas das outras Forças e todas estão bastante entusiasmadas com esta possibilidade [de almejar o posto de oficial-general]”.
Viúva, mãe de dois filhos, Dalva fez parte do primeiro grupo de mulheres a ingressar na corporação, em 1981, feito então inédito entre as três Forças. Anestesista, a nova contra-almirante médica exerceu a maior parte da carreira no Hospital Naval Marcílio Dias, ocupando funções técnicas e administrativas.
A filha de Dalva, Luciana Carvalho, 27 anos, seguiu a carreira da mãe e hoje é primeiro-tenente do quadro técnico da Marinha. Ela se disse orgulhosa de ver sua mãe fazendo história. “É uma sensação diferente, indescritível, pois é uma situação que até então nunca tinha visto”, comentou. Ela disse que tem esperança de, no futuro, haver uma mudança na carreira que permita ao oficial do quadro técnico alcançar o posto de general.
Analista de sistemas, o filho, Carlos Eduardo Carvalho Mendes, não seguiu carreira, mas declarou enorme admiração pela mãe e por sua profissão. “Estou muito orgulhoso. Sempre achei que as mulheres tinham que ter todos os direitos que os homens têm e minha mãe é o espelho maior que tenho dentro de casa, uma pessoa com moral e ética, que se conduz assim dentro de casa e no trabalho”.

Fonte,  foto  : EBC

ONU aprova resolução condenando mutilação feminina


A Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou ontem (26) resolução que condena a mutilação genital feminina – chamada de circuncisão feminina – e pede aos países que passem a orientar de forma educativa sobre a necessidade de acabar com a prática. A circuncisão feminina ainda ocorre em regiões tribais da África que seguem o islamismo, mas adotam tradições próprias.
Em geral, as meninas são submetidas à mutilação ainda na infância, antes da adolescência. A prática consiste na retirada do clitóris e, em alguns casos, também dos grandes lábios. No texto, a ONU apela para que os países adotem medidas como a proibição da prática, com o objetivo de proteger mulheres e crianças de “qualquer forma de violência”, e encerrem a impunidade.
No texto, as Nações Unidas pedem que as autoridades se esforcem para orientar sobre o atendimento médico às meninas e mulheres, e que os líderes religiosos e comunitários contribuam com as ações.
A resolução criou a data de 6 de fevereiro como o Dia Internacional da Tolerância Zero contra a Mutilação Genital Feminina. Durante a discussão na Assembleia Geral da ONU, vários líderes de países africanos destacaram a importância do texto para intensificar a luta internacional contra a prática.

*Com informações da agência pública de notícias de Portugal, Lusa.
Fonte : http://africas.com.br

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