terça-feira, 22 de abril de 2014

Apresentador da Rede Globo faz critica racista a bailarina negra

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Por Mônica Aguiar 

Já não bastava os comentários debochados, discriminatórios e  de muito mal gosto, onde esteriótipos arcaicos predominam no nobre  vocabulário do  apresentador Fausto Silva,  que também  faz questão de cobrar o uso do padrão de língua que  muito pouco ou quase nada, considera as características predominantes do povo brasileiro e   desempenha com muita "naturalidade" o preconceito linguístico, desta fez destilou seu ataque desprovido de valores de respeito ao ser humano,   reproduzindo o  RACISMO na prática, em pleno domingo de páscoa , dia que milhares comemoram a passagem ou  a ressurreição de Jesus Cristo e dia da  comemoração do povo judeu por terem sido libertados da escravidão no Egito, que durou cerca de 400 anos.

O apresentador da Globo Faustão, se referiu a bailarina  Arielle Macedo como aquela que tem "cabelo de vassoura de bruxa" após lembrar de um comentário realizada  por Arielle  em uns de seus quadros , onde a bailarina se apresentava.

Esta referencia não somente trouxe indignação ao Movimento Negro Brasileiro, como também a várias organizações de defesa dos direitos humanos. 

Todos e todas sabemos do importante papel que grandes  redes de comunicação vem tendo em reproduzir tudo que historicamente tem sido denunciado que desvaloriza o ser humano mulher negra. 
Esta prática,  nada mais é  do que o reforço de padrão de beleza eurocêntrico.
Nada mais é, que coação e a determinação da sub condição á mulher negra . O reforço à desconstrução da identidade, preconizando e inferiorizando a alto estima.
O Sr. Fausto Silva  deveria saber que tais atitudes demostram além do racismo a perpetuação das desigualdades sociais a partir dos referenciais de raça e cor .  

Fico indignada com uma postura desta, mas ao mesmo tempo, pensando onde estamos e quem somos, em pleno século 21, nos mulheres negras temos  contribuído sistematicamente com o crescimento econômico desta nossa nação. Então aqui na minha linha de raciocínio,  sem querer achar "natural" esta prática racista, pois todas devem ser denunciadas e cobradas retratações,  vou dar ao direito de ter pena deste apresentador, pois apesar do Sr. Fausto Silva tentar ser um critico não consegue acompanhar o desenvolvimento social de nossa nação e reconhecer quem a produz .

Foto: GELEDÉS

Aos 23, Etiene assume papel de veterana na natação feminina

Lembra do gol do Canigghia, que tirou o Brasil da Copa de 1990? Pois então, a natação feminina brasileira não lembra. Com raríssimas exceções, as principais atletas que participam do Troféu Maria Lenk, em São Paulo, nasceram já durante a década de 90. Sinal dos novos tempos.
Há quatro anos, as estrelas da seleção brasileira feminina eram Fabiola Molina, Fernanda Alvarenga, Flávia Delaroli, Michelle Lanhardt, Tatiana Lemos Barbosa, Gabriella Silva e Joanna Maranhão. Procure por qualquer uma delas no Maria Lenk e você as encontrará, no máximo, nas arquibancadas do Parque Aquático do Ibirapuera.

Da “velha geração” sobraram Tatiane Sakemi, de 28 anos, e Carolina Mussi, de 25, além de Poliana Okimoto (30), que na verdade é uma maratonista que ajuda o clube nas piscinas. Coloque na conta Daynara de Paula e Manuella Lyrio, de 24,  e você não encontrará mais nenhuma atleta de ponta vinda dos anos 80.
Na forte equipe do Sesi, que tem pelo menos seis selecionáveis, as veteranas são Daynara e Etiene Medeiros (23), duas meninas. “Eu vejo que eu peguei bastante gente e de repente elas sumiram. Foi uma transformação bastante significativa. A gente tem o exemplo da Daynara, que foi a duas Olimpíadas, e a gente tem que dar o exemplo. Soa estranho, com 23 anos dar exemplo, mas estou muito madura depois que vim para São Paulo. É um prazer ser um exemplo e eu estou aí para ajudar”, comenta Etiene, que ganhou os 100 metros costa no Maria Lenk.
Na prova, teve a concorrência da corintiana Natalia de Luccas, de 17 anos, recordista sul-americana nos 200 metros costas. “Acho que a natação feminina está precisando disso, dessa competitividade. É muito bom estar competindo em alto nível. Espero que não só na minha prova, mas em outras provas também seja assim.”
Etiene também foi toda elogios ao trabalho do Sesi, treinado por Fernando Vanzela, técnico da seleção, e que reúne ela, Daynara, Jessica Cavalheiro, Bruna Primati, Ana Marcela Cunha e Giovanna Diamante. “Lidar com mulher é bem delicado. Hoje no Sesi a gente vê que o Sesi dá um suporte para a gente bastante legal. É bem bacana quando a gente tem um trabalho diferenciado e o Sesi está conseguindo fazer isso.

Fonte: Estadão

Xadrez: Campeã africana triunfa na Taça Internacional Cuca

Luanda - A campeã africana de juniores em xadrez Esperança Caxito conseguiu segunda-feira a sua

 primeira vitória por 1-0, na Taça Internacional Cuca de Xadrez, frente a sua compatriota Maria 

Domingos, na segunda jornada da competição disputada nas instalações do Dream Space.


A xadrezista angolana Esperança Caxito, da Escola Macovi, que arrebatou recentemente a medalha de ouro no Campeonato Africano de Juniores em femininos, disputado na Argélia, perdeu na primeira jornada para a também angolana Henriqueta Pires por 0-1. Para a mesma jornada a mestre internacional da Bélgica, Anna Zozulia, derrotou, por 1-0, a angolana, Henriqueta Pires e a grande mestres da França, Nino Maisuradze, venceu por 1-0 Delfina João (Angola). A mestre FIDE Filipa Baptista, de Portugal, derrotou Luzia Pires (Angola), por 1-0, enquanto que Aridas de Castro (Moçambique) perdeu para a mestre FIDE Epah Tembo, da Zambia, por 0-1. Para concluir, Valquiria Rocha (Angola) empatou frente a candidata a mestre Fátima Reis (Angola) e  Domingas Tavares (Angola) também travou um empate diante de Sónia Rosalino (Angola).
Eis a classificação:   
 
NOMESPONTOS
Anna Zozulia02
Epah Tembo02
Nino Maisuradze02
Filipa Baptista02
Henriqueta Paris01
Delfina João01
Aridas de Castro01
Luzia Pires01
Margarida Sussu01
10ªEsperança Caxito01
11ªFátima Reis0,5
12ªDomingas Tavares0,5
13ªValquiria Rocha0,5
14ªSónia Rosalino0,5
15ªMaria Domingos00
16ªTshepiso Lopang00
      

Entenda por que a autoestima interfere tanto na sua vida

Saiba os motivos que tornam o amor próprio 

Young Womanuma ferramenta de sobrevivência

Gostar de si mesmo, acreditar no seu potencial e confiar na sua capacidade e se respeitar são elementos básicos da definição de autoestima. Pela lista é possível ter uma pequena noção da importância dela. No entanto, seu poder é ainda maior. Acredite: a autoestima é um dos principais recursos do ser humano para viver bem. Basicamente, ela determina a maneira como as pessoas se relacionam com o mundo, encaram os desafios da rotina diária e se protegem ou se expõem em situações que exigem controle emocional.
De acordo com a psicóloga Doralice Lima, a autoestima desempenha um papel fundamental na convivência familiar, no trabalho, no grupo de amigos e em equipes. “O movimento do mundo acontece porque pessoas que acreditam nelas mesmas compartilham ideias. Esses indivíduos têm autoconfiança, um fator que pode atrair e entusiasmar a sociedade e promover mudanças”, explica.
Como desenvolver a autoestima
A boa notícia é que a autoestima pode ser desenvolvida e aperfeiçoada ao longo da vida. Naturalmente, seu grau pode ser ainda mais elevado se for estimulada desde cedo, ainda na infância. Porém, o fator não é determinante, segundo Doralice. “Para ter e manter a autoestima em alta não basta olhar só para si. A visão do que está em volta da sua realidade, ou seja, da sociedade, é muito importante. Se a visão é negativa e pessimista, certamente a impressão que você terá de si mesmo será ruim. E o ser humano tem capacidade para incorporar esta visão ao longo do tempo”, diz a profissional.

Da mesma forma que a autoestima pode ser adquirida aos poucos, a longo prazo, é importante ressaltar que ela é variável e nem sempre anda em compasso. Segundo pesquisas realizadas nos Estados Unidos, conduzidas pela Universidade de Dakota do Norte, ela se alterna em elevada e baixa, dependendo de um contexto ou situação.
Uma pessoa bem sucedida e resolvida na profissão, por exemplo, pode ter uma vida pessoal caótica por causa de insegurança .
O levamento norte-americano indica que por causa desta variação, aumentar a autoestima é um processo que precisa ser canalizado de forma coerente. Se o problema está no trabalho, o ser humano deve canalizar o aumento da autoestima para situações daquela realidade e não para a estética, por exemplo.
Melhorar a autoestima requer um mergulho profundo dentro de si mesmo. De acordo com especialistas, fazer uma avaliação do próprio comportamento e convicções, questioná-los e descartar aquilo que não traz harmonia para a vida é o primeiro passo para aumentá-la.
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Segundo Doralice, a tarefa não é das mais difíceis, mas exige um trabalho contínuo para modificar e romper padrões comportamentais que, às vezes, foram usados por quase uma vida inteira. “Celebrar as conquistas, fazer exercícios , manter o foco nos aspectos positivos da vida e examinar o passado e perceber os erros e acertos são formas de aumentar a autoestima e dar mais sentido à existência”, aponta.
Livros sobre tema não faltam, relembra a psicóloga. De acordo com a profissional, até uma simples leitura nos manuais de autoajuda são positivos, pois sinaliza que o indivíduo está tentando, de alguma forma, ser mais feliz consigo mesmo.
Fonte: Mulher Negra e cia

Instituída Comissão de Gênero nas Forças Armadas

Mecanismo irá articular atuação do Ministério nos espaços institucionais que tratam das políticas para as mulheres e de gênero

Estudar e propor ações na efetivação dos direitos das mulheres e da igualdade de gênero dentro das Forças Armadas são alguns dos objetivos da Comissão de Gênero instituída pelo Ministério da Defesa. A instância tem caráter consultivo e deve acompanhar e avaliar periodicamente o cumprimento das ações definidas no Plano Nacional de Políticas para as Mulheres (PNPM). A portaria que oficializa a Comissão foi publicada na última terça-feira (15/04), no Diário Oficial da União. 

A contribuição para articular a atuação do Ministério da Defesa nos espaços institucionais que tratam das políticas para as mulheres e de gênero; a proposição de ações de sensibilização e capacitação de servidores e dirigentes deste Ministério e das três forças, no tema, são tarefas dessa instância. Comandos da Marinha, do Exército e da Aeronáutica terão representação na Comissão e também o Instituto Pandiá de Calógeras, a Escola Superior de Guerra e outras estruturas do Ministério. 

Política institucional – A Comissão de Gênero da Defesa passa a integrar o conjunto de órgãos federais que já contam com estruturas similares: ministérios do Desenvolvimento Agrário, de Minas e Energia, de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, do Trabalho e Emprego, da Saúde, do Meio Ambiente, e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Outras instituições governamentais que possuem mecanismos de gênero são a Fundação Nacional do Índio, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. 

A prioridade da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, que coordena o PNPM, é que cada órgão governamental tenha em sua estrutura um mecanismo de gênero.

A criação de mecanismos de gênero em órgãos governamentais está prevista no PNPM 2013-2015. São espaços de articulação para a elaboração de políticas voltadas à igualdade de gênero nas ações de cada órgão governamental. Devem ser ambientes para inserção da perspectiva de gênero nas entidades para que os mesmos possam incorporar tal perspectiva na formulação e na implementação de suas políticas e ações.

terça-feira, 15 de abril de 2014

Papa deseja dar às mulheres um papel maior na tomada de decisões na igreja

Papa nomeia socióloga para chefiar academia pontifícia


O papa Francisco nomeou uma socióloga britânica para administrar a Pontifícia Academia das Ciências Sociais, marcando a nomeação para o cargo mais alto de uma mulher em seu papado.
O Vaticano anunciou neste sábado, 12, que Margaret Archer Scotford conduzirá academia que produz pesquisas para ajudar a estabelecer a política da igreja.
Entre as prioridades, Francisco deseja dar às mulheres um papel maior na tomada de decisões na igreja.
Archer, de 71 anos, substitui outra mulher, nomeada por João Paulo II, Mary Ann Gledon, uma professora de direito da Universidade de Harvard e ex-embaixadora dos EUA junto à Santa Sé.
Archer é diretora do centro de ontologia social na Ecole Polytechnique Federale de Lausanne, na Suíça. Ela passou a maior parte de sua carreira na Universidade de Warwick, no Reino Unido, e foi nomeada para a Pontifícia Academia em 1994.
 (Fonte: Associated Press) 

SEMINÁRIO Licenciamento Ambiental "Comunidades quilombolas"

A Fundação Cultural Palmares – MinC realizará no dia 12 de maio o Seminário Comunidades Quilombolas no Processo de Licenciamento Ambiental. A proposta é debater a proteção dos territórios quanto aos impactos socioambientais consequentes de grandes empreendimentos. O encontro será direcionado a 200 pessoas entre quilombolas, técnicos e gestores ambientais, empreendedores, procuradores e defensores públicos. Alexandro Reis, diretor do Departamento de Proteção ao Patrimônio Afro-Brasileiro da FCP-MinC, afirma que o encontro auxiliará na compreensão de quando e como as comunidades quilombolas deverão ser consultadas no processo de licenciamento ambiental. “As famílias precisam compreender como funciona o processo, prever as consequencias e saber onde recorrer caso sejam impactadas. Já os empreendedores devem ter consciência para atuar na legalidade e evitar danos além do necessário”, explica. Reis ressalta ainda que é essencial a participação das comunidades nos estudos, na construção de medidas de controle e na mitigação de impactos e alerta para os casos de especulações prováveis a partir dos empreendimentos, por exemplo, a imobiliária. No entendimento da FCP-MinC, os quilombolas precisam ser consultados a partir do estudo preliminar, de viabilidade, do empreendimento. De acordo com Reis, é necessário planejamento e a realização de estudos específicos em obras que venham a impactar esses territórios. “Os quilombolas não estão sozinhos. É a FCP-MinC o órgão responsável por proteger os direitos socioculturais e econômicos dessa população e está cumprindo o seu papel”, recordou.
Resultados – A previsão é que três metas sejam alcançadas a partir do seminário. A primeira será a publicação da Instrução Normativa da FCP-MinC definindo os parâmetros para os procedimentos de consulta e licenciamento. A segunda prevê a criação de uma rede de articulação e proteção das comunidades afetadas pelos empreendimentos. A terceira visa, no âmbito do Governo Federal, o fortalecimento de ações e políticas públicas para as comunidades envolvidas nos processos de licenciamento ambiental. Já a perspectiva é de que o seminário garanta também o fortalecimento operacional e técnico da Fundação para se manifestar de forma mais célere nos processos junto aos demais órgãos envolvidos. As inscrições para participar do Seminário já estão abertas e seguem até 20/04/2014. Os interessados devem preencher o formulário de inscrição e enviá-lo para o e-mail: seminario.licenca@palmares.gov.br.
Serviço e ProgramaçãoO quê: Seminário Comunidades Quilombolas no Processo de Licenciamento Ambiental
Data: 12 de maio de 2014
Horário: Das 8h às 19h
Local: Auditório da Fundação Cultural Palmares, SGAN 601, Ed. ATP, Brasília/DF.

1º Festival Festival Afro-cultural Magracia

O Afro-cultural Magracia acontece de 25 a 17 de abril, em Sapucaia/R, com objetivo de resgatar os costumes e tradições da cultura afro-brasileira
Música, jongo, capoeira, teatro, cinema, gastronomia, moda e reflexões sobre a diversidade cultural negra no Brasil. É o Festival Afro-cultural Magracia, que vai acontecer entre os dias 25 e 27 de abril em Sapucaia, na Região Centro-Sul Fluminense. Além dos shows e apresentações culturais, o Festival contará com um Salão voltado aos expositores de moda e artesanato afro. Dentre as performances musicais, destaque para Dudu Nobre, MC Koringa e a cantora Amanda Amado, destaque da segunda edição do programa The Voice Brasil.
O evento será realizado no Ginásio Beira-Rio, com entrada gratuita para todas as atividades. Realizado pela Prefeitura Municipal de Sapucaia em parceria com a Fundação Cultural Palmares – MinC, o Festival tem como principal objetivo principal o de promover o resgate de costumes e tradições da cultura negra brasileira focado na juventude, além de sensibilizar a população local e os visitantes para a importância do legado africano na formação da identidade nacional.
Homenageada – O Festival foi batizado em homenagem à Maria das Graças dos Santos, artisticamente conhecida como Magracia. Personalidade do movimento negro na década 1980, ela é considerada a figura mais importante da cultura de Sapucaia em todos os tempos. Magracia foi uma artista multifacetada (era cantora, atriz e recitava poemas), de estilo inconfundível. Até hoje é lembrada, com carinho e admiração pelos moradores da região, que exaltam seu talento e sua militância no movimento negro. O ator, poeta, pensador e ex-senador negro Abdias do Nascimento também será homenageado.
Confira a programação
Dia 25 (sexta-feira)
16h – Abertura com apresentação artística de alunos da rede pública de ensino.
16h30 – Apresentação do Plano Juventude Viva (Fundação Cultural Palmares)
17h – Escambo Cultural – Debate e exibição de documentário sobre a história do Samba, com Dudu Nobre e convidados
19h – Solenidade oficial com a presença de autoridades locais;
19h30 – Desfile de Moda Afro;
20h – Espetáculo musical “Beto ao quadrado” em homenagem a Magracia;
21h – Show de Rodrigo Kantaê;
22h – Show de Dudu Nobre.
Dia 26 (sábado)
15h – Abertura do Salão dos Afro-Expositores (moda e artesanato);
16h – Escambo Cultural – Debate, dança e teatro sobre o tema “Diversidade cultural”
18h – Apresentação de grupos de Jongo e Capoeira da região
19h – Espetáculo “Casos e Contos”, em homenagem a Abdias do Nascimento e outras personalidades negras, com a companhia de teatro Amigos na Cultura
20h30 – Espetáculo “Noites do Norte”, com Grupo Vox e Cia Paidéguara (diretamente de Belém do Pará)
22h30 – Show da sambista Amanda Amado (The Voice Brasil)
Dia 27 (domingo)
15h – Abertura do Salão dos Afro-Expositores (moda e artesanato);
16h – Escambo Cultural – Debate sobre “A economia criativa da produção cultural, com ênfase no Funk”. Participação de MC Koringa, Yuri e Cebolinha
19h – Exibição do filme “Batalha do Passinho”
19h30 – Solenidade de encerramento do evento
20h30 – Show do Bonde do Passinho
22h30 – Show de encerramento com MC Koringa
Serviço
Festival Afro-cultural Magracias
Dias 25, 26 e 27 de abril
Ginásio Beira-Rio, em Sapucaia
Mais informações: (24) 2771-1911

sábado, 12 de abril de 2014

Conheçam as novas jovens líderes selecionadas para o programa da ONU Mulheres

Quinze mulheres jovens, de 18 a 29 anos, com experiência em liderança comunitária e ativismo pelos direitos das mulheres, foram selecionadas, através de edital público, para integrar o Programa de Fortalecimento em Questões de Gênero e Juventude. A iniciativa é uma parceria entre a Secretaria Nacional de Juventude (SNJ) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e terá duração de nove meses. Conheça quem são elas! 

image1 - Barbara Nascimento de Oliveira, 26 anos, Aracaju (SE). Jornalista, Mestranda em Comunicação e Sociedade, dedica-se à pesquisa em Direitos Humanos. Integra o Coletivo de Mulheres de Aracaju, organizador da Mostra de Filmes de Feministas no Museu da Gente Sergipana, de oficinas sobre gênero para adolescentes no Instituto Recriando, e que recentemente promoveu audiência pública para tratar da violência contra a mulher na Assembleia Legislativa do Estado de Sergipe.

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2 - Tatiana Pereira Lima, 28 anos, Guarulhos (SP). Bacharel em Pedagogia e Especialista de Gestão de Políticas Públicas: Diversidade e Inclusão Social. Atualmente é estudante de Gestão em Políticas Públicas. Funcionária Pública concursada como Analista Técnica Pedagoga na Fundação Casa, e desde o início de 2014 assumiu como coordenadora pedagógica. Foi educadora popular do Movimento Negro (UNEAFRO) e atualmente é Militante como Promotora Legal Popular, e de juventude (como atual Secretária Municipal de Juventude do PT).

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3- Isabela da Cruz, 23 anos, integrante da Comunidade Quilombola Invernada Paiol de Telha (PR). Participa da Comissão Municipal DST/AIDS de Curitiba; em nível Estadual compõe a Comissão de Juventude e Cultura, pela Federação Estadual das Comunidades Quilombolas do Paraná (Fecoqui – PR). Coordenadora do Projeto Jovens Quilombolas Saudáveis. Atualmente é Educadora Social pelo Projeto Mulheres Quilombolas Tem Voz!, pela Rede Mulheres Negras - PR.

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4- Mia Lopes, 25 anos, Salvador (BA). Graduada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela UNIME - União Metropolitana de Educação e Cultura. Conselheira do Conselho de Comunicação pela Articulação Mulher e Mídia e educadora do Programa A Cor da Cultura. Atualmente coordena projetos de comunicação no Instituto Flores de Dan. Assessora de Comunicação do Instituto Pedra de Raio onde desenvolve ações de mídia social. 

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5- Janicleia Marina dos Santos, Indígena Pankararu, 26 anos, mora na aldeia Pankararu a 550km de Recife (PE). Parteira tradicional desde os 14 anos. Participa do projeto da ONG Thydewa Pelas Mulheres Indígenas no qual se reúnem 15 mulheres indígenas do Nordeste para debater sobre feminismo, direitos das mulheres indígenas e violência.


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6- Juliana Gonçalves dos Santos27 anos (SP). Jornalista, pós-graduada em Jornalismo Literário pela Academia Brasileira de Jornalismo Literário (ABJL). Coordena a área de Comunicação do CEERT (Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades). Militante do Movimento Negro com ativismo focado no debate de gênero com recorte racial e nas questões sobre a democratização da mídia. Membro da Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial de São Paulo (Cojira), um órgão consultivo do sindicato dos Jornalistas. Faz parte do Coletivo Comunicadoras Negras e colabora no Grupo Blogueiras Negras.

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 7- Juliana Moreira Rodrigues, 29 anos, Itapuranga (GO). Graduada em Ciências Biológicas (Licenciatura) pela Universidade Federal de Goiás e atualmente cursa mestrado na área de Desenvolvimento Rural pela UFG.  Trabalha numa cooperativa de agricultura familiar, nas áreas de elaboração e gestão de projeto. Faz parte da direção do Conselho Municipal dos Direitos das Mulheres de Itapuranga (COMDIMI).

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8- Natalia Doria da Costa, 22 anos, Novo Hamburgo (RS). Estudante de Serviço Social na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Militante desde os 16 anos e participante da Marcha Mundial das Mulheres desde 2011. Integrante da diretoria de Mulheres da União Estadual dos Estudantes do Rio Grande do Sul.


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9. Paolla Menchetti Martins, 18 anos, São Paulo (SP). Estudante de Ciências Sociais na UFRN.  Ativista da Renajoc, rede que nasceu para integrar ações de adolescentes e jovens do Brasil para chamar a atenção para o Direito Humano à Comunicação. É militante de um coletivo nacional de juventude, Coletivo Construção, onde organiza o núcleo de mulheres. Atuante na Revista Viração, uma revista escrita por jovens para jovens como mediadora do conselho de jovens jornalistas da cidade de São Paulo.

image10- Patrícia Vilanova Becker, 25 anos, Porto Alegre - (RS). Estudante de graduação em Ciências Jurídicas e Sociais – 9° semestre, na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Atualmente, é bolsista de iniciação do NACI – Núcleo de Antropologia e Cidadania, tendo atuado como bolsista no NUPSEX – Núcleo de Pesquisa em Sexualidade e Relações de Gênero. Desde 2009, integra o grupo G8-Generalizando: Direitos Sexuais e de Gênero, do SAJU/UFRGS. Em 2010 e 2011, atuou na ONG SOMOS, realizando trabalhos com foco na população que vive com HIV/aids e LGBTTI. Em 2012, participou de intercâmbio na Universidad de Granada, onde participou da ONG NOS – Asociación Andaluza LGTB. Em 2014, atuou como voluntária no Centro Antiviolência Maree na província de Roma, gerido pela Ong Differenza Donna.

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11- Pedrina Belém do Rosário23 anos, Comunidade quilombola do Jatimane (BA). Cursando Licenciatura em letras pela Faculdade de Ciências Educacionais. Em 2012 assumiu a presidência da Associação Comunitária do Jatimane que visa contribuir para o desenvolvimento da comunidade e participou de inúmeras ações e eventos de fomento a mulher negra, juventude, questões étnicas, realizados por órgãos a exemplo da SEPPIR – Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, entre outros. 

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12- Rebecca Tainá Souza dos Santos28 anos, Belém (PA). De etnia cigana, é bacharel em História pela Universidade Federal do Pará. Técnica em agroindústria e meio ambiente, formada pela escola técnica agroindustrial JK. Membro do comitê inter-religioso do Estado do Pará e das entidades Capc-Brasil, pelos direitos para povos ciganos e do Comitê Xingu Vivo. Palestrante sobre “Mulheres, gênero e religiosidade” na Universidade Estadual do Pará (UEPA) e sobre “Mulheres ciganas entre a tradição e o feminismo” na Universidade Federal do Pará (UFPA).


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13. Rosane Gonçalves Cruz, 23 anos, São Gabriel da Cachoeira (AM). Pertencente ao Povo Piratapuya, foi eleita em 2010 para Coordenar o Departamento de Mulheres Indígenas do Rio Negro (DMIRN), onde atuou durante 03 anos representando e reivindicando os Direitos das Mulheres Indígenas do Rio Negro. Começou a luta dentro do Movimento Indígena do Rio Negro com 19 anos de idade na Associação de Mulheres Indígenas do Distrito de Iauaretê. 

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14. Tabita Abe Assunção, 18 anos, Cuiabá (MT). Estudante de direito, foi selecionada para a primeira turma do Projeto PLP – Promotoras Legais Populares de Cuiabá e agora integra a equipe do Programa Jovens Mulheres Lideres: Programa De Fortalecimento Em Questões De Gênero E Juventude.


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15. Wilma Alves de Farias, 28 anos, Matinhas (PB). Graduada em Ciências Contábeis – Contabilidade pela Universidade Paulista (UNIP). Agricultora, Presidente da Associação dos/as Meliponicultores/as do município de Matinhas e Membro do núcleo de Mulheres Agricultoras e Artesãs do Sindicato dos/as Trabalhadores/as Rurais de Matinhas.


sexta-feira, 11 de abril de 2014

Abertas inscrições para encontro de Povos Tradicionais da Região Norte


Selecionados pela chamada pública terão transporte, hospedagem e alimentação custeados pela organização do evento

Estão abertas as inscrições para a seleção de vagas reservadas à chamada pública para os Encontros de Povos e Comunidades Tradicionais da Região Norte, em Manaus (19 a 22 de maio) e Belém (2 a 5 de junho). Os eventos têm o objetivo de avaliar e aprimorar a implantação da Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais (PNPCT), criada pelo Decreto 6.040/2007. Acesso aos territórios e regularização fundiária são temas prioritários.

As entidades selecionadas terão os custos de transporte, hospedagem e alimentação dos seus representantes custeados pela organização do evento. Não serão aceitas, nesta chamada pública, entidades, instituições ou comunidades que façam parte da Comissão Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais (CNPCT) e/ou de Comissões ou Conselhos Estaduais ou Municipais de Povos e Comunidades Tradicionais. Confira aqui os critérios de seleção.

COMO PROCEDER

A inscrição para a seleção deve ser feita em nome da entidade, instituição ou comunidade com o preenchimento dos dados pessoais do representante indicado para participar do encontro. Para realizar a inscrição, é necessário o preenchimento da ficha de pré-inscrição aqui.

Para inscrições enviadas por e-mail, o prazo vai até 5 de maio, pelo endereço encontropct@mds.gov.br. Por via postal, até 17 de abril, para o endereço Esplanada dos Ministérios, Bloco C, sala 604 – CEP: 70.046-900. Brasília (DF). Serão consideradas as inscrições postadas até esta data. A divulgação dos resultados será em 8 de maio.

Para mais informações ou dúvidas, podem ser utilizados os telefones: (61) 2028-1527 ou 2030-1133

Fonte: MMA