quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Comunidade Quilombolas do Amapá aderem Programa Nacional de Habitação Rural

A operação é parte do Programa Nacional de Habitação Rural, que visa atender trabalhadores residentes na zona rural, com renda familiar anual de até R$ 15 mil
Caixa assina contratos do PNHR com 215 famílias quilombolas no AmapáA Caixa assinou contratos para construção de 215 unidades habitacionais na zona rural do Amapá no dia 10 de janeiro. A ação beneficia as comunidades quilombolas de Igarapé do Lago, Ressaca da Pedreira, Rosa, Curralinho e Conceição do Macacoari.
Trata-se de uma operação de concessão de subsídio à habitação com recursos do Orçamento Geral da União, enquadrada no Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR). De abrangência nacional, o PNHR visa atender trabalhadores residentes na zona rural, com renda familiar anual de até R$ 15 mil e faz parte do Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV), do Governo Federal.
"Este ato materializa o esforço do Governo Federal em levar as políticas públicas até onde estão as pessoas, até as comunidades mais distantes das cidades e dos grandes centros”, afirma o gerente regional de governo da Caixa no Amapá, Célio da Silva Lopes. Segundo ele, “assistir a comunidades remanescentes de quilombos, às vésperas do aniversário da Caixa, simboliza que a empresa sempre esteve e sempre estará ao lado das populações que mais precisam de apoio”.
O representante da comunidade de Conceição do Macacoari, senhor Adenor de Souza, traduziu em sua fala o empenho dos quilombolas para a concretização do projeto: "Todos sonhamos em ter uma casa, mas poucos são os que lutam para alcançar esse sonho. Nós lutamos e podemos dizer que este momento é o resultado da nossa luta. Foi porque não ficamos acomodados, que daqui a alguns meses teremos nosso lugar para descansar".
 Programa Nacional de Habitação Rural - Parte integrante do Programa Minha, Casa Minha Vida (PMCMV), o PNHR foi criado pela necessidade de uma política habitacional que atendesse as especificidades da moradia no campo, onde as diferenças em relação ao meio urbano - tais como cultura, forma de remuneração, gleba de terra, logística para construção - passaram a ser consideradas nos programas de moradia para a população do meio rural.
Jornal da Caixa / SEPPIR

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